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Entretvista com o Herói - Carlos Oliveira


  Resident Evil: Virus Project apresenta “Entrevistando o herói”

 Ele foi parceiro de Jill Valentine para escaparem vivos de Raccoon. Seu passado é incerto, a não ser pelo fato de que fora um guerrilheiro nas linhas de combate na América Latina. Após ser pego e condenado, fora recrutado pela Umbrella para atuar como mercenário. Como último recurso o jovem aceitou a proposta e foi esse seu maior erro. Depois do incidente de Raccoon, ele desapareceu e não retornou mais. Ele é Carlos Oliveira, ex-membro da U.B.C.S. (Umbrella Biohazard Countermeasure Service – Serviço de Contenção à Perigo Biológico da Umbrella), sobrevivente do incidente que deu margem à extinção de Raccoon e amigo de Jill Valentine, outra sobrevivente do mesmo terror.

- REViP: Como foi sua experiência no caos que viveu em Raccoon?
- Carlos: Foi a pior das experiências de toda minha vida. Acho que seria melhor morrer em batalha nas linhas de combate que morrer naquele lugar. Havia muito mais inimigos que em uma guerra e por toda parte o perigo não era ser apenas atingido por um projétil de um adversário, o perigo era simplesmente ser mordido ou arranhado, coisa mais insana. Não sei o que teria acontecido se não tivesse me encontrado com Jill, mas acredito que se não tivesse me encontrado com ninguém, sozinho teria enlouquecido. Ainda mais com traidores entre nossos próprios aliados.

- REViP: O que você acha de sua participação nos jogos da série? Qual mais lhe agradou?
- Carlos: Acho que não deixei a desejar em nenhum jogo que participei e acho que minha participação mais marcante foi mesmo em Resident Evil 3: Nemesis. Contudo, acho que minha melhor performance foi em Resident Evil Operation Raccoon City, pois lá haviam zumbis, os agentes traidores da U.B.C.S., incluindo o maldito do Nicolai, diversos BOWs, incluindo todos os principais de Resident Evil 1 e 2, além dos grupos Echo Six e Wolf Pack. Foi uma grande reunião de heróis e vilões em um confronto no meio do apocalipse que Raccon havia se tornado.

- REViP: Qual é o BOW mais perigoso que já apareceu em Resident Evil, na sua opinião?
- Carlos: Eu não vi todos os BOWs porque não estive presente nas ações que se sucederam após Raccoon, por isso não posso falar de todos eles, mas o que mais me aterrorizou e creio que também à Jill na mesma ocasião sem dúvidas foi o Nemesis, só de lembrar daquele sorriso do cretino já sinto arrepios, ainda tenho pesadelos com ele.

- REViP: O que espera de Resident Evil 7? O que acha de um retorno ao jogo novamente na parceria de Jill Valentine ou de outro parceiro qualquer?
- Carlos: Creio que seria interessante. Acho que os fãs gostariam de ver novamente um soldado mais tranquilo estrelando o jogo, menos tenso que o Capitão Redfield, não que ele não seja o cara competente e recomendado pra isso, claro. Melhor ainda se fosse ao lado da bela Jill Valentine para matar as saudades, será que o Capitão não ficaria com ciúmes? Eles nunca assumem nada, mas tenho cá comigo que eles sentem algo um pelo outro. Mas imagino que não importa quem fosse o parceiro ou mesmo solo, todos os fãs aprovariam o retorno de Carlos Oliveira frente ao perigo (sorri com ar de brincadeira).

- REViP: Qual a diferença entre o Carlos de antes e o de depois de Raccoon? Por onde andou o Carlos todo esse tempo?
- Carlos: Acho que fiquei mais crente em coisas impossíveis depois de Raccoon, acho que antes nunca imaginaria todas aquelas coisas bizarras na minha frente. Agora eu acho que já acredito em praticamente tudo, do Bicho Papão ao Pé Grande (risos). Bom, o Carlos esteve por aí, mas o contrato com a Capcom me impede de dar maiores explicações, se é que me entendem (mais risos).



 Nota REViP: Vocês gostaria de ver algum personagem sendo entrevistado? Poste nos comentários que estaremos avaliando os pedidos. Obrigado.


Créditos do Artigo: #Dan_Yukari

Entrevista com o Herói - Jill Valentine

 Resident Evil: Virus Project apresenta “Entrevistando o herói”

Sendo a segunda personagem mais importante em toda a franquia de jogos e a personagem feminina mais cativante da série, ela sempre é lembrada e requisitada pelos fãs. Sendo amada por tantos, é também a personagem feminina mais presente na série e as meninas adoram fazer cosplay homenageando seu legado. Nossa entrevistada de hoje é ninguém menos que a linda e lendária Jill Valentine.

- REViP: Como foi sua estreia nos jogos de Resident Evil? Você esperava por todo o sucesso que a franquia alcançou?
- Jill Valentine: O início foi assustador pra todos, eu acho, principalmente para mim e Chris que estávamos correndo por aquela mansão em meio à criaturas aterrorizantes sem ter nenhuma ideia do que se tratava. Não acho que tenha imaginado que seria um sucesso, mas tinha tudo pra ser, não é? Com toda a emoção no primeiro jogo, era óbvio que iria agradar a muita gente.

- REViP: O que você acha de sua participação nos jogos mais recentes da série? O que pensa sobre os jogos mais atuais da franquia?
- Jill Valentine: Acho que estou em alta, fazendo mais sucesso que nos primeiros jogos (risos), mas acho também que estou cansado, saturada, usada demais, enviada em missões demais e isso cansa os jogadores, principalmente os que querem ver personagens novos ou a chance de matar a saudade de outros dos originais. Acredito que seguimos com a aventura pra parte da ação, do confronto direto com o inimigo, isso pra mim quer dizer que estamos ficando cada vez mais desesperados e o inimigo cada vez mais poderoso, uma chegada do apocalipse talvez. Que medo (risos).

- REViP: Se Leon e Chris tivesse que se enfrentar, quem você acha que venceria?
- Jill Valentine: Ambos são ótimos profissionais, mas as opiniões variam muito. Pode me chamar de tiete do Chris, mas tenho que ser sincera, o conheço há mais de dez anos e sei que ele só perde uma disputa se estiver morto. Pra mim Leon o venceria armado e sem Chris vê-lo ou com a ajuda da Ada, que vive socorrendo ele de apuros (risos). Sem ofensas, pois Leon é um ótimo profissional, eu posso afirmar, pois apenas poucos como nós viram Raccoon como ela ficou durante a epidemia que levou tudo ao fim.

- REViP: Você gostaria de retornar em Resident Evil 7? O que diz de uma parceria direta com Chris Redfield e Jill Valentine no foco principal, assim como foi com Chris e Sheva em Resident Evil 5?
- Jill Valentine: Sinceramente eu preferia que Resident Evil 7 trouxesse rostos novos e deixasse os mais novos explorarem mais o que Resident Evil tem a mostrar. Não queria que fosse um “End of War” como muitos fakes estavam tentando colocar na mídia, preferia que novas caras aparecessem e mostrassem um lado de Resident Evil que os fãs curtissem e aplaudissem e no momento certo, Chris e eu aparecemos para ajudar, claro. Mas depois de 15 anos, acredito que Chris está mais do que qualificado pra deixar o campo de batalha e ser Comandante da BSAA, por exemplo, eu adoraria assessorá-lo. Leon também está na hora de selecionar um grupo de sua confiança e treiná-los com a experiência que tem, deixar a nova geração preparada para o perigo e passar a bola adiante nessa luta, sempre vigiando e ajudando, claro, mas de um ponto de escape mais seguro. A experiência que adquirimos ao longo desses anos seria muito mais útil se passada para as novas gerações para que eles não sofram tanto quanto nós sofremos.

- REViP: Se pudesse deixar um recado para alguém ou mesmo um conselho, qual seria?
- Jill Valentine: Bom, eu diria que deixar recados pro Chris é complicado, porque ele está sempre muito ocupado pra ler e-mail, sms ou cartas (risos), então o melhor seria deixar uma mensagem pra Claire. Claire, querida, apareça de onde você estiver e faça seu irmão sair das linhas de frente, faça ele entender que tem que dar uma chance pros mais novos (risos) e que podemos fazer a diferença dos bastidores também. Ah, e se for retornar em Resident Evil 7, por favor, cuidado pra não morrer (risos).


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Créditos Do Artigo: #Dan_Yukari

Entrevista com o Herói - Ashley Graham

 Ela não fez nada de errado a não ser estar sob a guarda das pessoas erradas. Ela é chorona, medrosa e grita por ajuda o tempo todo. Ela não sabe se cuidar sozinha e desde pequena teve tudo que queria nas mãos. Sua vida parecia um conto de fadas, até ela se ver sendo raptada por uma seita religiosa/bioterrorista e sendo resgatada por um dos agentes mais casca grossa de todos os tempos. Ela é filha de um ex-presidente, ela é Ashley Graham.

- REViP: Você acha que os fatos que lhe ocorreram foram os piores que poderiam acontecer com uma pessoa?
- Ashley Graham: Não. Na hora dos acontecimentos eu pensava que sim, mas depois refleti melhor e vi que não. Leon passou por coisas muito piores em Raccoon, foi por isso que ele não demonstrava tanto medo quanto eu na Espanha, ele já tinha visto a morte de perto e lutou com todas as suas forças pra sobreviver e conseguiu. Acho que até ele estava com medo quando foi me procurar, mas eu estava com muito mais porque não conseguia imaginar nada pior que aquilo acontecendo, mas ele por outro lado já tinha visto coisa pior, por isso ele conseguia se controlar.

- REViP: Como você foi sequestrada? Foi assustador?
- Ashley Graham: Foi inicialmente. Estava saindo da faculdade quando o carro parou e o homem saiu e me agarrou. Ele usou um lenço em meu rosto com algo que me fez perder os sentidos. Só me lembro de depois acordar e já estava bem longe de casa. Imagino o que o Leon estava fazendo nessa hora, ele era o encarregado de cuidar da segurança da nossa família, já que meu pai na época era o presidente. Acho que por isso meu pai o enviou para me resgatar.

- REViP: Como foi depois que Leon e você se afastaram? Sente falta dele?
- Ashley Graham: Sim, o tempo todo. Meu pai saiu da presidência e o senhor Adam Benford assumiu em seu lugar. Então a tarefa de Leon passou a ser cuidar da segurança da família do senhor Benford e isso nos fez ficarmos longe. Mas acredito que ele com certeza também sente minha falta. Sei que o que houve entre nós na Espanha não foi muita coisa e estávamos em meio ao calor dos acontecimentos, mas tenho certeza de que ele não me esqueceu. (Do que ela está falando? Endoidou?).

- REViP: Vendo Resident Evil atualmente o que você pensa sobre a história e seus rumos? Você acredita que poderá voltar em algum título futuro?
- Ashley Graham: Tenho certeza que sim. Estou estudando muito para isso. Faço aulas de defesa pessoal, três estilos diferentes de luta e tiro. Nunca lutei a sério nem atirei em ninguém, mas estou me preparando. Acredito que fui uma das personagens mais queridas na série e tenho certeza que sentem minha falta, assim como devem sentir da Claire também. Quem sabe algo não possa nos trazer de volta para o centro das atenções juntas? Sherry ficou mais de dez anos afastada e retornou, creio que eu volte em breve e estarei pronta quando for a hora. (Acho que ela não lê muitos blogs e páginas de notícias sobre Resident Evil).

- REViP: O que mais teve medo em Resident Evil 4? Gostaria de deixar alguma mensagem para alguém, Leon talvez?
- Ashley Graham: Acho que tive medo de tudo em Resident Evil 4, principalmente de ter que fugir de carro com Leon, já tinham me contado como foi a experiência da Claire pegando carona com ele, felizmente isso não aconteceu. Bom, acho que minha mensagem só poderia ser para ele mesmo, Leon. "Não se preocupe, eu logo vou estar aí pra te ajudar e não vai mais precisar da Ada, eu vou estar preparada. Logo vamos voltar em um Resident Evil totalmente novo como uma dupla e dessa vez serei eu quem irá salvá-lo, me aguarde. Também sinto sua falta, querido. Até breve, cuide-se." (Definitivamente, acredito que a Ashley precise de um psicólogo, pois parece que os eventos na Espanha causaram traumas que ainda não foram superados).



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Créditos do artigo: Dan Yukari

Entrevista com o Herói - Ada Wong

   Resident Evil: Virus Project apresenta “Entrevistando o herói”

   Ela é sexy, sensual, linda e adora aparecer e desaparecer do nada. É uma das divas do game e vive aparecendo para salvar o dia e explicar as pontas soltas. Faz papel de espiã, ladra e anti-heroína e ainda encontra tempo pra ceninhas com um dos bad boys da história. Ela seduz com suas pernas esguias e sempre aparecendo em seus ousados vestidos. Ela é ninguém menos que a deliciosa, em todos os sentidos, Ada Wong.

- REViP: Como foi sua estreia nos jogos de Resident Evil? Você esperava voltar em outros games da série?
- Ada Wong: Na verdade eu nem esperava aparecer no história. Muitos dos sobreviventes de Resident Evil 2 foram parar na história de última hora. Naquela época ainda não tinham me falado que eu teria a grapple gun, então eu achava que o tombo daquela ponte no laboratório seria o final da história pra mim, afinal, quem poderia imaginaria que dali em diante eu iria virar a babá do Leon, certo? Como me acharam, afinal? Eu sou uma espiã profissional, como chegaram até mim? (Risos).

- REViP: O que você acha de sua participação em Resident Evil 6? E sobre Leon, como fica o romance entre vocês?
- Ada Wong: Romance, que romance? Leon é um quebra-galho, ele sempre está por perto onde minhas missões também estão, e como sempre eu salvo ele porque sempre ganho algo com isso, claro (Risos). Eu me senti o centro das atenções em Resident Evil 6 (Risos), o vilão, Derek, armou pra me usar como bode expiatório pra um atentado bioterrorista em escala global. Eu descobri a verdade, derrotei a maldita cópia que o idiota fez e que se voltou contra ele, e ainda ajudei o Leon a derrotá-lo, sendo mais útil que a toupeira da Helena Harper (Muitos risos).

- REViP: Vivem comparando Leon vs Chris, o que você acha disso?
- Ada Wong: Não conheço o Redfield pessoalmente o suficiente pra ter uma opinião objetiva, só sei dele o que tenho em fichas e arquivos, mas não me aproximaria demais, ao que me parece ele não é o tipo que tem muito senso de humor. Já Leon é mais fácil de levar, ele não resiste a um rabo de saia, imagina uma mulher poderosa e sensual que nem eu? (Bebe vinho, sorri e pisca).

- REViP: Você gostaria de retornar em Resident Evil 7? Se o game fosse novamente em duplas e você entrasse para a lista de personagens principais, quem gostaria que fosse seu parceiro?
- Ada Wong: Acho que Resident Evil 7 só vai sair após o jogo novo do nosso “pai” (Olha com ar de mistério) e confesso que tenho um certo receio de que a saga mais uma vez sofra mudanças radicais. Não sei se eu me encaixaria nesse papel, acho que está na hora de mudarem um pouco essa mesmice de ficarem reciclando os sobreviventes, queremos descanso. Acho que a Claire Redfield morreu faz uns anos e nem acharam o corpo dela de tão sumida que está (Risos), nem o irmão dela se preocupa. Mesmo se eu aparecesse novamente, acho que ficaria melhor solo mesmo, o mais próximo de um parceiro que eu poderia ter seria meu ex-contratante, Albert, mas ele morreu, o que por sinal deixou um vazio na história, já que em Resident Evil 6 estou desempregada aparentemente, fazendo servicinho pro mala do Derek. Leon eu não queria de parceiro nem morta, já me basta ter que salvá-lo na campanha dele, se fosse parceiro ele ia viver se metendo em problemas pra eu socorrer a pele dele. Além disso, já vi ele dando carona pra Claire e pra Helena e não quero entrar nessa lista (Mais vinho, mais risos).

- REViP: Se pudesse deixar um recado para alguém ou mesmo um conselho, qual seria?
- Ada Wong: Meu conselho é para os haters que se disfarçam de jogadores ou fãs. Você gostaria de estar na nossa pele a 15 anos e ainda levar sustinhos e sair correndo pelos corredores como uma menininha? Acho que não, nem nós, nós sobreviventes crescemos, aprendemos e evoluímos. Chega de ficar reclamando que não tem “terror”, não somos novatos mais, se quer sustos ou novatos vá procurar algum jogo que está saindo agora. Se você é fã, jogue, discuta, comente e elogie para que novos jogos da saga sejam lançados e quem sabe em algum deles você se identifique? Se for pra reclamar e lamentar, fique quieto que assim incomoda menos pessoas e não fica perdendo o seu tempo. Ficadica! (Vai até a janela, pisca, manda beijinho e dispara para o céu com a grapple gun e desaparece na noite).


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Créditos do artigo: Dan Yukari 

Entrevista com o Herói - Albert Wesker

   Resident Evil: Virus Project apresenta “Entrevistando o herói”

   O entrevistado dessa semana não é exatamente um herói, mas é um dos personagens mais cativantes e queridos de toda a franquia. Veterano que atuou no jogo de lançamento da série, ele conseguiu escapar da morte, ganhar uma história própria pra se manter no jogo e ser tão odiado que os fãs até amavam odiá-lo. Sua saída do jogo foi uma das maiores tragédias para os fãs, que não desejavam sua morte, mas sim que ele continuasse a infernizar a vida dos inimigos. Diretamente do além com exclusividade para o Resident Evil: Virus Project, Albert Wesker.

- REViP: Como foi atuar ao lado dos heróis que estão no auge até hoje?
- Albert Wesker: Foi fácil, eles eram novatos e foram facilmente enganados. O idiota do Chris tremia a cada corredor dentro da mansão, a Jill era mais corajosa que ele. Eu sabia que ele e eu nos encontraríamos de novo muitas outras vezes. Foi uma pena a Capcom começar a remodelar a série, nunca mais irão encontrar um vilão como eu, quem aí concordou comenta se eu não tenho razão (muitas risadas maléficas).

- REViP: Qual sua opinião sobre o rumo que Resident Evil está tomando? Acha que isso foi bom ou ruim para a série?
- Albert Wesker: O pior que poderia acontecer para a série foi eu ter morrido e saído, de resto Resident Evil tende a melhorar. As melhoras vem com personagens interessantes e criativos, não é o estilo de ação que vai estragar, eu mesmo não sou um monstro e assustava todo mundo (mais risos). Achei Resident Evil 5 o melhor, principalmente nas minhas cenas com aquela vadia da Excella. Já joguei muito o Resident Evil 6 aqui, principalmente com o soldadinho de chumbo pra ver a cara dele no final quando o Piers morre. Aliás, já dei um monte de pontapés na bunda do cachorrinho do Chris aqui (risadas maléficas com os olhos vermelhos procurando se o Piers está por perto).

- REViP: É sério, vocês jogam Resident Evil aqui (seja lá onde for que Wesker esteja)?
- Albert Wesker: Claro, é vicio de todos. Vários bons vilões que morreram por injustiça das desenvolvedoras estão por aqui. Sempre levo um cacete do Bison em Street Fighter, depois pra me vingar coloco Resident Evil 5 e vamos pro Modo Mercenários, aí ninguém me vence. Quando pego o cachorrinho do Chris pra jogarmos, espero ele morrer no final de Resident Evil 6, e então Bison, Shao Khan, Nemesis, Mr X e eu pegamos ele e ficamos fazendo ele e ficamos fazendo ele reviver a morte dele inúmeras vezes, mas com um pouco mais de dor, se é que me entende? (rindo de novo).

- REViP: O que você acha que os fãs gostariam que surgisse nos Resident Evil’s recentes?
- Albert Wesker: Acredito que uma versão comemorativa onde eu aparecesse como personagem jogável (rindo maleficamente). Poderia ser um spin-off com duplas como os Resident Evil’s tem tido recentemente, eu acredito que todos iriam babar em uma parceria Albert Wesker e Ada Wong, minha subordinada preferida. Ou talvez um Resident Evil com a morte de Chris Redfield, já passou da hora do soldadinho guardar as botinas e passar o título de herói pra outro, podia até ser o emo do Titanic lá, mas acho que está na hora do soldadinho vir pra cá pra continuarmos nossa peleja, o que tem de sobra aqui são zumbis pro Modo Mercenários.

- REViP: O que faria se ainda estivesse vivo na série?
- Albert Wesker: Acho que raptaria a vadiazinha ruiva, irmã do Capitão América de Resident Evil. Sei que isso iria trazer o soldadinho e o emo do Titanic até mim e daí sim seria a batalha perfeita, com clima impecável. Não tenho como descrever como foi ver o soldadinho quando ele viu a vadia dele sob meu controle em Resident Evil 5. Admito que não foi o final que eu esperava porque nenhum deles morreu, mas ver o babaca se lamentando, levando porrada e evitando bater na amiguinha dele foi como Master Card, não tem preço (rindo com os olhos brilhando e saindo chamas). Logo ele estará aqui pra gente continuar e tenho muitos aliados aqui. Como eu disse muitas vezes pra ele naquela luta: você não pode se esconder pra sempre (uma longa e horripilante risada sinistra).

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Créditos do Artigo: Dan Yukari

Entrevista com o Herói - Chris Redfield

   Resident Evil: Virus Project apresenta “Entrevistando o herói”

Atuante em vários jogos da série e sendo cotado como o personagem principal da franquia, o entrevistado de nossa estreia é ninguém menos que Chris Refield, o ex-membro dos S.T.A.R.S. e atual capitão da B.S.A.A. que já sobreviveu a mais de uma estória de terror e sofrimento em Resident Evil.

- REViP: Como foi sua estreia nos jogos de Resident Evil? Foi difícil?
- Chris Redfiel: Sim, foi muito difícil porque a Capcom deu mais mole pra Jill, meu inventário era menor e eu sofria mais com munição. Além disso, na época, sem detonados e sem outros Resident Evil’s conhecidos, o jogo era novidade e todo mundo sofria e tinha cada jogador que era melhor ficar no Super Mario mesmo (risos).

- REViP: O que você acha de sua participação nos jogos mais recentes da série? E sobre o rumo que Resident Evil está tomando?
- Chris Redfield: Acho que gostam de me ver sofrer. Em Resident Evil 1 a Jill era uma parceira que não andava junto comigo e eu quase morria sozinho. Em Resident Evil 5 a Sheva era uma boa parceira, principalmente quando nós dois estávamos equipados com Magnuns de munição infinita (risos), mas como ela só atua na divisão africana da B.S.A.A. não dava pra ser uma parceira fixa. Em Resident Evil 6 colocaram um parceiro bom, mas o Piers só ficava me chamando a atenção, parece que ele esquecia quem era o líder e infelizmente ele morreu pra me salvar no final e em Resident Evil Revelations me deram uma parceira super gostosa, caidinha por mim e que eu não podia dar uns pegas por causa da Jill por perto e no fim das contas eu a Jill juntos fizemos uma das parcerias mais ridículas das estória de Resident Evil nesse jogo, faltou emoção e mais cenas de nós dois interagindo, acho que os fãs queriam ver um “algo mais” e acabamos ficando devendo nisso. Em resumo e vendo o rumo que a estória está tomando, acho que a Capcom está tentando me matar na série (mais risos).

- REViP: E quanto a Leon? Vivem comparando Leon vs Chris, o que você acha disso?
- Chris Redfield: Acho patético. Somos grandes amigos e sempre nos falamos por mensagens ou por celular. Nunca paramos pra falar pessoalmente porque ambos temos uma vida complicada e atarefada, mas temos um objetivo em comum, impedir que mais cidades sofram o que Raccoon sofreu e isso faz de nós grandes companheiros. Acho que em um “Leon vs Chris” haveria um empate, ele parece ser mais rápido, mas eu com certeza sou mais forte e mais resistente, eu levo muito mais porrada que ele nas minhas campanhas (risos) e basta olhar na minha mesa na delegacia em Resident Evil 2 pra ver que eu mando muito melhor nos tiros. Ah, e acho que dirijo melhor também (gargalhadas).

- REViP: Você gostaria de retornar em Resident Evil 7? Acha que está faltando terror nos Resident Evil’s mais atuais?
- Chris Redfield: Eu preferia descansar um pouco, acho que muitos de nós já estão cansados, são 15 anos nessa luta, mas se eu for selecionado estarei lá para combater o bioterrorismo onde ele estiver. Sobre o terror acho que esse tema até poderia voltar a ser foco, mas acredito que isso afetaria mais os novatos. Pra quem está nessa luta há mais de uma década como Leon e eu, o que mais pode nos surpreender? Não há nada que alguém possa nos dizer que não vamos acreditar, a essa altura do campeonato acreditamos praticamente até em Papai Noel, ele pode existir e ser um BOW antigo, quem pode nos dizer o contrário? Já enfrentei de zumbis e Hunters a BOW mais altos que um prédio, não me surpreenderia nem um pouco se visse vampiros ou lobisomens surgindo na série, mas ainda assim duvido que esse “terror” fosse me afetar da forma como muitos imaginam. Na minha opinião o terror não é o ponto principal e sim como o enredo todo afeta os heróis envolvidos na luta. Vencer fácil demais é ridículo, mas vencer realizando peripécias inumanas também tira a credibilidade do protagonista.

- REViP: Se pudesse deixar um recado para alguém ou mesmo um conselho, qual seria?
- Chris Redfield: Vamos começar pelo conselho. Eu diria que o que tem decepcionado os fãs é o fato de ter coisas demais, heróis demais e simplicidade no desenrolar e desfecho das tramas. Acredito que dois ou três protagonistas com uma trama longa e mais carregada de suspense e drama retornaria um resultado maior. Também é preciso sangue novo na série, personagens que estejam lutando por seus objetivos, por seus ideais, mas que ao mesmo tempo aprendam com isso, acredito que é isso que o jogador quer ver, um herói que luta e aprende com seus erros e não um “super” herói que já começa enfrentando os adversários com olhos nos olhos. Quanto ao recado, bom, lá vai: Claire, meu anjo, onde você está? Cadê você que sumiu e não aparece mais? Pode aparecer, se algo a incomodar basta me chamar, os fãs estão com saudades e eu também. Vê se dá sinal de vida.


Créditos do Artigo: Dan Yukari